Malária

A malária afecta principalmente comunidades pobres em áreas rurais. Os pacientes ficam debilitados por dias, afastados de suas actividades quotidianas. Crianças infectadas podem sofrer danos neurológicos que comprometem sua capacidade de aprendizado. Tudo isso pode resultar em uma perda de renda para as famílias e em grande peso para a saúde pública e a sociedade como um todo.

O sofrimento e a perda de vidas são desnecessários. A malária é fácil de ser prevenida, diagnosticada e tratada. A doença é causada por quatro tipos de parasitas e transmitida por mosquitos infectados.

Os sintomas incluem febre, dores de cabeça, vómitos, seguidos de hemorragia interna e falência dos rins e do fígado, podendo levar ao coma seguido de morte. As crianças são as que mais sofrem – representam 75% das mortes por malária.

O diagnóstico pode ser feito através de em um rápido exame com lâminas de sangue ou pela contagem do número de parasitas com um microscópio, sendo simples de ser feito em áreas remotas. No entanto, diagnósticos feitos com base nos sintomas ainda são comuns nos países em desenvolvimento, o que pode levar a conclusões incertas, deixando pacientes sem tratamento adequado.

Os tratamentos mais eficazes contra malária são as combinações contendo derivados da artemisinina. O tratamento tem baixa toxicidade, poucos efeitos colaterais e age rapidamente contra os parasitas. A Associação PCI encoraja fortemente os governos a adoptarem regras para protecção nesta matéria nos seus programas nacionais.

PREVENÇÃO

A melhor forma de prevenir a malária é dormir sob mosquiteiros impregnados de insecticida. As redes evitam as picadas, reduzindo o número de mosquitos-transmissores.

A Associação PCI faz distribuições em massa de mosquiteiros em áreas com malária endémica.

Nas missões da Associação PCI, em áreas com casos de malária, mais da metade das consultas envolvem o cuidado do paciente para a obtenção da cura para a doença.