Missões – Desenvolvimento

Missões – Desenvolvimento

– Assim, sempre que necessário e de acordo com os meios disponíveis, mobilizamos recursos financeiros, materiais e humanos para a ajuda humanitária às populações vítimas de catástrofes naturais, epidémicas ou tecnológicas, conflitos armados e outras situações de violência.

– Neste âmbito, desenvolvemos também atividades que visam a redução da vulnerabilidade das comunidades perante os desastres e, por conseguinte, a melhoria efetiva e duradoura da sua qualidade de vida a longo prazo, através de projetos de cooperação para o desenvolvimento.

Nos países mais pobres as estruturas médicas são geralmente insuficientes e por vezes inexistentes.

É nesses países que nós desenvolvemos as missões de longo prazo, procedendo designadamente à recuperação, reconstrução e ampliação de hospitais, instalação de dispensários rurais, assistência materno-infantil e nutricional, formação dos quadros locais da área da saúde, educação para a saúde e saneamento e ao desenvolvimento de programas de vacinação e educação.

A formação de pessoal local é parte integrante dos nossos programas visando assegurar a continuidade do trabalho realizado pelas nossas equipas.

As missões de desenvolvimento são planeadas para uma duração superior a 6 meses e normalmente com base num protocolo de cooperação que envolve o governo do país onde se desenrola.

Cooperação Internacional

A cooperação para o desenvolvimento é um processo no qual as comunidades, as famílias e as pessoas ficam fortalecidas e beneficiam de vidas mais produtivas, sendo menos vulneráveis perante os desastres.

Este conceito estabelece com clareza o protagonismo centrado nos beneficiários locais e tem um enfoque essencialmente participativo. A cooperação para o desenvolvimento deve estar limitada no tempo, uma vez que o objetivo final é promover a auto-suficiência das populações beneficiárias. A redução da vulnerabilidade só será possível se se conseguir uma melhoria efetiva e duradoura da qualidade de vida das pessoas e se fortalecer, ao mesmo tempo, as instituições encarregadas de preservá-las.

Paramédicos de Catástrofe Internacional – PCI trabalha com as comunidades na redução de riscos, mitigando os efeitos e preparando a resposta e recuperação face aos desastres. As primeiras pessoas a responder a uma catástrofe são aquelas que vivem nas comunidades locais. São eles que começam as operações de salvamento. É por este motivo que os Paramédicos de Catástrofe Internacional – PCI centra a sua atividade na preparação para desastres nas comunidades, reduzindo a sua vulnerabilidade, através da sua rede local de voluntários e trabalhadores. Por esse motivo é também importante apoiar as Sociedades Nacionais no seu fortalecimento institucional para que consigam, por si só, responder às emergências com os seus próprios recursos.

A cooperação internacional é um processo contínuo de trabalho com os parceiros internacionais e locais, através do qual fortalecem e desenvolvem os seus recursos de forma mais eficaz. O fortalecimento institucional é uma prioridade, uma vez que as ações realizadas no âmbito deste tipo de cooperação são componentes essenciais para o resto das intervenções.

Não invalidando a cooperação Paramédicos de Catástrofes Internacional – PCI privilegia o fortalecimento dos seus laços a nível nacional e internacional, visando criar uma rede de cooperação entre países com uma história, cultura e língua comuns. O principal objetivo deste grupo é fortalecer a cooperação entre os seus membros, nomeadamente nos domínios da:

   – Saúde;

   – Preparação para a intervenção em catástrofes;

   – Formação;

   – Migração;Paramédicos de Catástrofe Internacional – PCI trabalha em conjunto para contribuir para a melhoria das condições de vida das pessoas e comunidades em situação de vulnerabilidade da maneira mais estável e duradoura possível;

   – Quaisquer outros que se enquadrem na missão dos Paramédicos de Catástrofe Internacional – PCI

   – Difundir os valores humanitários e melhorar o respeito pela dignidade humana;

   – Aumentar a consciência solidária da sociedade portuguesa.

Base jurídica

   – Artigo 21.º, n.º 1, do Tratado da União Europeia (TUE): mandato global e princípios orientadores no domínio da cooperação para o desenvolvimento da UE;

   – Artigo 4.º, n.º 4, e artigos 208.º a 211.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE);

   – Artigos 312.º a 316.º do TFUE: questões orçamentais;

   – Acordo de Cotonu (no que se refere aos Estados de África, das Caraíbas e do Pacífico) e diversos acordos bilaterais de associação (nos termos do artigo 217.º do TFUE): acordos de cooperação específicos

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