Surto de Cólera nas províncias angolanas do Cunene, Uíge e Malange estão a ser as mais assoladas com surto

 

Surto de Cólera nas províncias angolanas do Cunene, Uíge e Malange estão a ser as mais assoladas com surto

No Uíge aumentam as vítimas de cólera, doença que arrasa a cidade capital da província, três pessoas já morreram e deram entrada no hospital provincial durante os últimos dias. As autoridades sanitárias apontam que maior parte da população contaminada, são proveniente das periferias da cidade capital, onde a água para o consumo é extraída em poços, vulgo “cacimbas”, e com o saneamento básico menos cuidado, constituindo a principal causa do alastramento da epidemia.As províncias angolanas do Cunene (sul), Uíge e Malange (norte), são actualmente
as que apresentam mais casos de cólera, potenciados pela época de chuvas em curso, com 213 casos desde o início do ano,  O bairro Candombe novo e velho, Quixicongo, Mbembangango, Dunga, Quigima, são zonas com maior relevância de casos já registados

Segundo o epidemiologista Eusébio Manuel, de entre aqueles 213 casos, foram registados três óbitos, todos na província de Malange.A província de Luanda registou nas duas primeiras semanas deste ano apenas quatro casos.

A cólera em Angola tem vindo progressivamente a diminuir desde a epidemia de 2006, que então provocou 2.773 mortos entre os 69.476 casos registados. A queda acentuou-se no período 2007-2010, quando passou dos 18.390 casos para 1955, com o número de óbitos a decair dos 515, registados em 2007, para 45, em 2010 .Em 2011, o número de vítimas voltou a aumentar e os óbitos dispararam: 183 mortos em 2.296 casos, tendo-se registado uma ligeira descida em 2012, que apresentou 135 óbitos entre os 2.198 casos confirmados. A taxa de mortalidade da cólera em 2012 foi de 6 por cento, inferior à do ano anterior, que foi de 8 por cento.

O governador convocou uma reunião de emergência devido ao súbito aumento de casos de cóleras nas zonas periféricas da capital provincialE por consequência as cacimbas localizam-se nas baixas, onde as águas das chuvas correm passando pelas latrinas e lixeiras, e todas estas impurezas aglomeram-se nas cacimbas onde a população tira água para o consumo, uma vez que se esta água não for tratada, provoca estes surtos”, Saúde da população da cidade capital da província do Uíge, está em ameaça, tudo porque o vibrião colérico soma e segue, impulsionado pela falta de água potável, e higiene colectiva, alertam as autoridades sanitárias da província

Paramédicos de catástrofe Internacional esta atento a situação no pais caso seja nesse cario ira enviar para o terreno
uma equipa constituída por 5 elementos na aria de ajuda humanitária de emergência para apoiar as autoridades locais de saúde.