Perante todas as suas atividades que temos o nosso único objetivo é servir o ser humano e contribuir para a concretização de um mundo menos conflituoso e sustentável. Levamos ajuda humanitária a toda a parte do mundo onde seja necessária a sua intervenção.

Caro(a) amigo(a)

Durante estes últimos anos de existência dos Paramédicos de Catástrofe Internacional a sua participação e apoio foram fundamentais para o desempenho das nossas atividades médicas e humanitárias em vários locais do mundo.

A ajuda humanitária existe para salvar vidas, aliviar o sofrimento e contribuir para restaurar o potencial de indivíduos quando suas vidas estão ameaçadas. Cada país onde Paramédicos de Catástrofe Internacional está presente enfrenta pelo menos uma destas situações: conflito armado, epidemias, violência social/exclusão de cuidados de saúde e desastres naturais. São eventos que desencadeiam uma resposta humanitária. É da nossa obrigação de chamar a atenção para este problema de forma a garantir que aqueles que precisam serão assistidos.

Para isso procuraremos sempre demonstrar o nosso trabalho e empenho.
Integridade, coerência, operacionalidade, frontalidade, persistência e transparência é o nosso lema.
No entanto necessitamos contar com a compreensão dos cidadãos, empresas e das instituições públicas que sabem o quanto é essencial para todos nós que esses objetivos sejam atingidos.
Tudo o que fazemos não passa de uma gota de água. As nossas ações e mensagens são apenas em nome de um ideal humano.
Convido-vos a viajar pelo nosso site e darem-nos a vossa atenção pois estamos a contribuir para o bem-estar da humanidade.

Reconhecemos as limitações da ajuda humanitária. Levar assistência às populações em todos os conflitos ou catástrofes não é uma tarefa fácil. As nossas ações refletem-se numa análise do potencial benefício que podemos trazer e sempre questionamos a pertinência da nossa presença.
O acesso a cuidados de saúde é um direito fundamental de todos os seres humanos, independentemente da sua nacionalidade, religião, ideologia, raça ou possibilidades económicas. O facto de esse direito fundamental não ser garantido a um enorme número de pessoas quer em Portugal quer no estrangeiro justifica a ação de Paramédicos de Catástrofe Internacional. Como organização não-governamental (ONG) de ajuda humanitária e cooperação para o desenvolvimento a prestação de cuidados globais de saúde é o pilar da ação.
Não combatemos apenas a doença lutamos por fazer chegar aos mais desprotegidos um conceito alargado de saúde que inclui o bem-estar físico, psíquico e social tal como foi definido pela Organização Mundial de Saúde na conferência que decorreu em 1979 em Alma-Ata.
A denúncia das injustiças sociais junto da opinião pública para que o aumento da consciência social de cada um seja a garantia da recusa das injustiças cometidas todos os dias um pouco por todo o mundo. Como afirma o nosso lema “ Tudo por um Sorriso“ conseguimos manter o nível global da nossa atividade de anos anteriores com rigor, prudência e sustentabilidade.
Assente na vontade de concretizar o sonho de alargar ao mundo as fronteiras da solidariedade pretendemos continuar a lutar com tenacidade com uma equipa incansável o apoio de muitos amigos, por uma Humanidade mais forte mais justa e mais sustentável de forma a permitir um futuro diferente e melhor para as próximas gerações. É notável também o dinamismo da sociedade civil, voluntários nacionais e internacionais das pequenas organizações que em todo o território nacional e internacional promovem abnegadamente a divulgação dos nossos objetivos.

Em nome da minha equipa operativa e de voluntários pertencentes a esta unidade operacional de emergência e de todos aqueles a quem levamos um sorriso, solidariedade, amizade e ajuda humanitária, gostaria de agradecer o vosso apoio incondicional, sem vós seria impossível desenvolver um trabalho humanitário e de cooperação para o desenvolvimento de forma tão independente e profissional.

Cordialmente Grato,e bem hajam….

O Presidente e fundador dos Paramédicos de Catástrofe Internacional
Bruno Ferreira