Não é a ambição nem a busca de riqueza material ou notoriedade que os move. São empurrados pela vontade de ajudar pela procura de riqueza emocional e pela certeza de poderem dar um contributo para a construção de um futuro diferente e melhor.São os nossos voluntário

Voluntário é aquele que se disponibiliza voluntariamente a colaborar nos serviços da Instituição, quer em tempo de paz quer em tempo de guerra e que acata os princípios fundamentais da Instituição tal como a carta de princípios, estatutos, regulamentos e demais normas que regem a instituição aos níveis do desenvolvimento do planeamento da coordenação e da execução.

De acordo com os estatutos dos Paramédicos de Catástrofe Internacional os membros associados activos são pessoas singulares que voluntariamente tenham aceite prestar serviços de uma forma solidária e desinteressada para bem servir e socorrer quem mais necessita. O voluntariado está confrontado com mudanças imparáveis em curso. Mudanças a nível da diversificação das necessidades e interesses que são objecto da criação de novos campos de intervenção do cidadão.

Os voluntários depois de devidamente seleccionados formados e enquadrados podem responder a:

  • Assistência às vítimas de conflitos armados em coordenação e colaboração
  • Assistência às vítimas de desastres naturais ou outras emergências em coordenação com entidades nacionais e internacionais.
  • Situações de emergência: a nível da prevenção e apoio em missões de auxílio, assistência e tratamento de doentes e feridos, quer em tempo de paz, quer em tempo de guerra – informação, apoio na sobrevivência – alimentação, cuidados sanitários básicos, cuidados de enfermagem, apoio psicológico.
  • Mitigação das consequências e preparação ao retorno da vida normal.
  • Socorro e transporte de pessoas em situação de vulnerabilidade.
  • Socorrismo de proximidade
  • Apoio a Idosos e dependentes.
  • Angariação de fundos e organização de eventos.
  • Actividades de gestão.
  • Difusão dos princípios e ideais
  • Difusão do Direito Internacional humanitário.
  • Intervenção em várias áreas/grupos vulneráveis: população prisional e famílias, vítimas de violência, jovens em risco, imigrantes, segurança rodoviária, prevenção do alcoolismo e toxicodependência, educação ambiental e de saúde, promoção dos hábitos alimentares saudáveis, rastreios entre outros.
  • Apoio aos peregrinos a Fátima
  • Missões humanitárias Internacionais
  • Formação nas escolas e prevenção das doenças

Voluntariado

É o conjunto de acções de interesse social e comunitário realizadas de forma desinteressada por pessoas no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.

Não são abrangidas pela presente Lei as actuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.
( art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)

Voluntário

É o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora.

A qualidade de voluntário não pode de qualquer forma decorrer de relação de trabalho subordinado ou autónomo ou de qualquer relação de conteúdo patrimonial com a organização promotora, sem prejuízo de regimes especiais constantes da Lei.  (art.º 3 da Lei nº 71/98, de 3 de Novembro)

Entidades organizadoras

1 – Reúnem condições para integrar voluntários e coordenar o exercício da sua actividade as pessoas colectivas que desenvolvam actividades nos domínios a que se refere o nº 3 do artigo 4.º da Lei nº 71/98, de 3 de Novembro, e que se integrem numa das seguintes categorias:

a) Pessoas colectivas de direito público de âmbito nacional, regional ou local;
b) Pessoas colectivas de utilidade pública administrativa;
c) Pessoas colectivas de utilidade pública, incluindo as instituições particulares de solidariedade social.

2 – Podem ainda reunir condições para integrar voluntários e coordenar o exercício da sua actividade organizações não incluídas no número anterior, desde que o ministério da respectiva tutela considere com interesse as suas actividades e efectivo e relevante o seu funcionamento (artº20.º e 21.º do Decreto –Lei nº 389/99, de 30 de Setembro).

A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma