PCI prepara missão para Costa de marfim – Ajuda Humanitária Medica necessária as Populações civis

 

 PCI prepara missão para Costa de marfim –  Ajuda Humanitária Medica  necessária as Populações civis  

 

  A crise política e a violência na Costa do Marfim já obrigaram ao menos 100 mil pessoas a deixarem o país, segundo a agência da ONU para refugiados, Acnur. Os países vizinhos Libéria e Gana registram um número crescente de imigrantes. As últimas estimativas de deslocados apontam para 700.000 a 1 milhão de pessoas, só de Abijan.

Costa do Marfim está experimentando uma nova onda de violência que ameaça o acesso da população a cuidados médicos. Confrontos em algumas regiões da cidade de Abidjan e na área mais ocidental do país deslocaram dezenas de milhares de pessoas. Em função da insegurança, equipes médicas locais estão fugindo dos centros de tratamento nas áreas do conflito. A escassez de remédios está piorando o acesso a cuidados médicos.  Pacientes com doenças comuns também precisam de cuidado.

 No entanto, o acesso é muito limitado, especialmente para crianças com doenças agudas, mulheres grávidas e pessoas vivendo com doenças crónicas. As pessoas estão com medo de sair de casa para procurar tratamento. Em Abidjan, residentes fugiram em massa para lugares improvisados, ou voltaram para suas aldeias. Dezenas de milhares de marfinenses procuraram refúgio na Libéria, país vizinho, onde a ajuda humanitária e muito escassa. Movimentos populacionais na parte ocidental da Costa do Marfim começaram em Dezembro.

Segundo relatos de profissionais da área da saúde de Abidjan, quase todos os trabalhadores de seis hospitais fugiram devido à insegurança. Apenas um hospital, o de Abobo Sul, na região de Abobo, está funcionando, equipes médicas trataram 273 pacientes nas últimas três semanas, entre os quais 225 tinham ferimentos por armas de fogo. Mulheres e crianças morreram devido aos ferimentos e por falta de cuidados de saúde diferenciados a tempo.”. O acesso da população à assistência na região ocidental é um grande desafio. “Centros de saúde não funcionam mais – ou oferecem serviços extremamente limitados – porque as equipes médicas fugiram, faltam remédios e suprimentos médicos, e, também, porque alguns foram saqueados”,

  PCI esta a preparar com uma equipa Medica constituída por 3 elementos para oferecer  cuidados de saúde emergentes   em e aldeias envolvidas nos dois lados do conflito, elas darão apoio a vários hospitais, e campos de deslocados  em parceria com o ministério da saúde e a igreja local.