PCI prepara missão de emergência alimentar para Nordeste Africano

O anúncio por parte de uma das principais facções armadas na Somália, Al-Shabaab, de que as organizações de ajuda internacional seriam bem-vindas às zonas sob o seu controlo, abriu uma porta para a ampliação de uma ajuda que é desesperadamente necessária.

Em muitas áreas de pasto da parte oriental do Nordeste Africano, este ano que passou tem sido um dos mais secos das últimas décadas. Durante as últimas duas estações de chuvas, a precipitação foi muito baixa, e o impacto da seca viu-se agravada pelos elevados preços dos cereais, pelo excesso de mortalidade entre o gado, pelos diferentes conflitos armados e pelo restringido acesso aos serviços de saúde e à ajuda humanitária em algumas zonas. Como já se sabe, grandes partes da Somália viveram mais de duas décadas de uma devastadora guerra civil, e a população desprezada tem enormes dificuldades para aceder aos poucos lugares onde chega a ajuda alimentar e a atenção para a higiene.

A situação é também muito dramática em outras zonas da Somália, na cidade de Marere, no sul da Somália, temos observado que os casos de desnutrição severa procedentes do vale de Juba dispararam. A maior parte das camas do hospital em Marere estão actualmente ocupadas por crianças desnutridas que necessitam de cuidados intensivos, e já recrutaram algum pessoal adicional para reforço.

Entretanto, dezenas de milhares de somalis têm de fugir do Quénia e da Etiópia em busca de assistência. Os campos de Dadaab, no este do Quénia, não deixam de crescer de forma descontrolada com a chegada massiva de novos refugiados. Uma avaliação na periferia de um dos campos de Dadaab realizada por membros das organizações humanitárias já no local, revelou elevadas taxas de desnutrição entre os recém-chegados (uma taxa de 37,7% de desnutrição aguda global e uma de 17,5% de desnutrição aguda severa). A encosta também revelou que 43,3% das crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos estavam desnutridas.

Desde dia 30 de Junho que os refugiados recebem comida para 15 dias a partir da sua chegada, mas têm que esperar até 40 dias para a distribuição de uma segunda ração. As famílias que chegam a Dadaab fazem-no em busca de um refúgio segura, por isso é totalmente inaceitável que tenham de esperar tanto tempo para receber comida e água, a forma mais básica de assistência.

Na localidade de Dolo Ado, no sudeste da Etiópia, em média cerca de 1.400 refugiados cruzam a fronteira a cada dia, e apenas num dia, no passado dia 28 de Junho, chegaram a cruzar 27.000. Dolo Ado já alberga quase 100.000 refugiados em campos inicialmente desenhados para 45.000 pessoas. A sua chegada ao campo de trânsito, antes de chegar aos campos de reassentamento, as equipas comprovaram que cerca de 37% das crianças menores de 5 anos apresentava desnutrição.

Os PCI preparam uma missão de Ajuda Humanitária Alimentar para o País, a equipa será composta por 4 voluntários da área da Saúde.

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Bruno Ferreira