Emergência na Tailândia: cheias

As autoridades tailandesas aumentaram hoje para 1.000 o número de vitimas mortais, 113 mil pessoas  sem abrigos, 9 mil pessoas pediram assistência medica provocados pelas inundações que afectam o país e que já atingiram várias zonas de Banguecoque.

O centro de operações de combate às inundações revelou também que a maioria dos canais que serpenteiam Banguecoque estão no seu limite máximo de retenção de água, apesar de ter diminuído o fluxo de água que chega das 28 províncias centrais que continuam parcialmente alagadas. O governador de Banguecoque, Sukhumbhand Paribatra, salientou ser improvável que toda a capital fique inundada e explicou que o maior risco recai em sete dos 50 distritos em que está dividida a cidade.

Com 129 milhões de habitantes, Banguecoque escapou  até hoje a grandes inundações e ambos os aeroportos – doméstico e internacional – funcionam normalmente, apesar de algumas zonas adjacentes estarem alagadas.

O principal objectivo das autoridades é tentar evitar que Banguecoque, que centra 41 por cento do Produto Interno Bruto do país, acabe alagada como aconteceu nas províncias do centro do país. Classificadas como as piores inundações na Tailândia no último meio século, as cheias de 2011 estão a prejudicar directamente 2,5 milhões de pessoas, incluindo 113.000 que tiveram de abandonar as suas casas e já afectaram a vida de nove milhões de pessoas.

Fonte:centro de operações de combate às inundações