Emergencia humanitaria na Siria

Emergencia humanitaria na Siria

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon denunciou os “horrores” incessantes na Síria, pediu o fim da violência e mais ajuda para a região que vive uma situação catastrófica que se deteriora a cada dia. Mais de 60.000 pessoas foram mortas desde que começou o conflito há 22 meses, afirmou a Organização das Nações Unidas (ONU A Guerra Civil da Síria está a desencadear uma “crise humanitária impressionante” no Oriente Médio, com centenas de milhares de refugiados a fugir da violência, incluindo estupro, activistas da oposição disseram que um ataque aéreo contra o território controlado pelos rebeldes ao sudoeste de Damasco matou 20 pessoas, incluindo mulheres e crianças, somando-se às mais de 60.000 pessoas que se estima terem sido mortas no conflito de 21 meses. Mais de 600 mil Sírios fugiram para o exterior, muitos para a vizinha Turquia, Líbano e Jordânia, conforme a violência se espalhou e os esforços internacionais para encontrar uma solução política afundaram. Varias ONG’s Internacionais no terreno citaram a violência sexual como um dos principais motivos para a fuga do país, disse a organização sediada em Nova York, em um relatório de 23 páginas sobre a crise, publicado nesta segunda-feira. Estupros em grupo muitas vezes aconteceram na frente de membros da família e mulheres tinham sido sequestradas, estupradas, torturadas e mortas, afirmou. A agitação tornou-se violenta depois que as forças do governo dispararam contra manifestantes e desde então, tornou-se uma Guerra Civil em grande escala. Esta passagem fronteiriça entre a Jordânia e a Síria tem visto recentemente um fluxo substancial de refugiados. São estimados em mais de 10.000 Sírios na cidade e cerca de 100 por dia chegam ao campo de trânsito estabelecido pelas autoridades Jordanas (500 pessoas estão sempre ali presentes). A condição em que fugiram da Síria e a precariedade da sua situação actual torna-os ainda mais vulneráveis. Apesar de avançar no norte e leste da Síria e ganhar o apoio de potências regionais como Turquia e Arábia Saudita, os rebeldes Sírios têm sido incapazes de quebrar um impasse militar com as forças governamentais em outros lugares. Eles têm lutado para conter o poder aéreo do governo em particular, o que torna difícil para eles manterem o território crucial para o controle de Assad no poder, incluindo grandes cidades. Um activista em Moadamiyeh, uma cidade a sudoeste de Damasco controlada por rebeldes, disse que um ataque aéreo matou 20 pessoas nesta segunda-feira. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um grupo de monitoramento baseado na Grã-Bretanha, disse que pelo menos 13 pessoas morreram no ataque aéreo, mas o número de vítimas provavelmente subiria. A televisão estatal Síria afirmou que são “terroristas”.

Os relatos não puderam ser verificados de forma independente por causa das restrições do governo sobre a televisão independente na Síria. Aviões de guerra Sírios também bombardearam a base aérea estratégica Taftanaz que os rebeldes invadiram na semana passada, disse o Observatório. Em outro sinal de mais derramamento de sangue, o Human Rights Watch informou que tinha provas de que as forças do Governo usaram lançadores de foguetes de barris múltiplos para lançar munições feitas no Egipto nos ataques recentes.

Fonte :ONU

 

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Bruno Ferreira