“Emergência humanitária na República Africana”

 

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Um estudo da situação de saúde e necessidades médicas foi iniciado no começo de Maio no leste da República Centro-Africana (RCA) uma região particularmente afectada pela ofensiva do Seleka no final do ano passado e início de 2013. Ainda que as estruturas de saúde já estivessem em colapso foram ainda mais prejudicadas pela violência e os riscos relacionados à saúde começaram a aparecer. “De acordo com o escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) 200 mil pessoas foram deslocadas durante a ofensiva do Seleka principalmente em áreas no centro do país. Nós decidimos avaliar as necessidades na região de Bambari, Grimari, Bria, Ouadda, Yalinga, Ouandja, Djalle e Birao. O objectivo do estudo é determinar a região onde a intervenção seria tanto pertinente como ágil, idealmente implementada antes de as estradas se tornarem intransponíveis no começo da época de chuvas.

A situação de saúde é crítica. Devido à insegurança e ao fato de as pessoas terem sido forçadas a fugir. A ameaça de uma crise de nutrição é muito provável e as autoridades de saúde reportaram um surto de malária nas áreas que avistamos. Em função do início da época de chuvas problemas como deslocamentos populacionais, escassez de medicamentos, surtos de malária e doenças contagiosas por via fecal e oral (cólera) são temidos. Nós observamos um aumento em casos de febre tifóide em Bambari.

O colapso das instalações de saúde e a falta de acesso a cuidados médicos foram agravados pela violência, saques e abusos que ocorreram durante a ofensiva do Seleka. Grande parte dos funcionários abandonaram centros de saúde para se refugiarem no mato ou irem para a capital de Bangui. Praticamente todas as estruturas foram esvaziadas e algumas foram saqueadas. O programa de vacinação de rotina foi suspenso devido à impossibilidade de manter a cadeia de frio e porque os equipamentos e veículos foram roubados ou danificados. Com excepção das doações feitas por ONG não tem havido suprimento de medicamentos e equipamentos médicos.

Alerta de malária

Tratar a malária é uma das prioridades na RCA. Em Paoua, diagnosticou-se  e tratou se  mais de 15.600 casos, 468 pacientes tiveram que ser hospitalizados sendo que 425 deles na unidade psiquiátrica.

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Bruno Ferreira