Objetivos da unidade operacional de emergência

Objetivos

O objetivo da Unidade Operacional de Emergência dos Paramédicos de Catástrofe Internacional – PCI, tem por base uma ação formativa e operacional a nível Nacional e Internacional nas áreas do socorro, proteção civil, socorrismo, apoio humanitário ás populações em risco, de situações de carência social ou de consequências de catástrofes naturais, situações bélicas ou afins.

  1. Apoio direto e efetivo, a nível nacional e internacional, a projetos e ações de ajuda para o desenvolvimento no campo da saúde e educação.
  2. Realização de ações de informação e sensibilização da opinião pública com vista a um crescente empenhamento na cooperação com outros povos no campo da saúde.
  3. A participação na definição de políticas nacionais de cooperação para o desenvolvimento e de ajuda humanitária.
  4. Prestação de assistência médica, medicamentosa e alimentar de carácter humanitário, sem fins lucrativos, às populações vítimas de cataclismos, acidentes coletivos, situações de guerra ou de grave carência de assistência médica, mediante a mobilização de todos os meios materiais e humanos disponíveis.
  5. A abertura de centros sociais de apoio às populações mais carenciadas.
  6. Atribuição e subvenção de bolsas, estudos, publicações e congressos nas áreas de Investigação médica, psicológica, social, antropológica e cultural.
  7. Empreendimento de todas as ações julgadas oportunas para a realização de toda a espécie de contributos, nacionais e internacionais, destinados a facilitar a prossecução dos fins indicados.
  8. Assistência a nível de busca e salvamento de vítimas e atividades de proteção civil.
  9. Assistência a nível de saneamento básico e reabilitação de infraestruturas.
  10. Assistência a nível do pré-hospitalar e normalização e estabilização das vítimas, através de recursos humanos, viaturas e equipamento no local assim como hospitais de campanha.
  11. Assistência no transporte de doentes de emergência e socorro, como de transporte de doentes não urgentes no pré-hospitalar.
  12. Investigação nas áreas de intervenção da Paramédicos de Catástrofe Internacional- PCI.
  13. Voluntariado social e defesa dos direitos humanos.
  14. Coordenação e gestão das ONGD, ONGH, IPSS entre outras entidades da sociedade civil ou estatais em cenários de crise humanitária, emergência médica e calamidade pública, promover e definir estratégias adequadas para uma melhor intervenção e rapidez de meios para as referidas atividades de socorro.
  15. Assistência humanitária às populações refugiadas, deslocadas, desalojadas.
  16. Apoio na defesa na igualdade do género e na defesa da cidadania e igualdade do género e das minorias étnicas e Atividades no âmbito da intervenção na igualdade do género.
  17. Apoio no âmbito de prestação de socorros a náufragos, apoio nas praias e vigilância das mesmas, postos de vigias, serviço de socorros a embarcações, serviços de socorros a embarcações automedicas, apoio médico e de enfermagem e paramédico nas praias e piscinas, formação de nadadores salvadores, mergulhadores, carta de marinheiro entre outros cursos ligados a área dos socorros náufragos e vigia.
  18. Formação e capacitação técnica, profissional e emprego.
  19. Informação e esclarecimento, incluindo nas áreas de saúde pública.
  20. Colaborar na preparação de administradores e outros técnicos hospitalares
  21. Formação de profissionais de saúde nas áreas de enfermagem, medicina, administradores hospitalares, professores, paramédicos, socorristas, Tripulantes de Ambulância, profissionais de IPSS e ONG, profissionais de ajuda humanitária, profissionais de Proteção Civil, as referidas formações administradas de grau técnico, científico, pedagógico e de ensino superior, e noutras áreas consideradas prioritárias pela Paramédicos de Catástrofe Internacional -PCI.
  22. Prestação de socorro e ajuda diferenciada (medico, enfermagem, paramédico, socorristas, técnicos, entre outros profissionais de saúde) no local com meios humanos e materiais.
  23. Pesquisar, elaborar e executar projetos tanto a nível nacional como Paramédicos de Catástrofe Internacional.
  24. Apoio domiciliário aos doentes mais carenciados vulneráveis.
  25. Apoio nas atividades de carácter social, Sem abrigo, Jovens em Risco, apoio domiciliário, combate à exclusão social, apoio na distribuição de géneros alimentares e de agasalhos, apoio aos idosos, apoio aos doentes, toxicodependentes, prostituição entre outras áreas de intervenção social que seja necessário a intervenção dos PCI.
  26. Apoio na prestação de cuidados de saúde em eventos desportivos, sociais, festivais, entre outos.
  27. Apoio aos jovens em risco de exclusão social.
  28. Colaboração voluntária desinteressada das pessoas singulares, coletivas, publicas e privadas nas atividades da instituição ao serviço do bem comum em especial em situações de acidentes graves e catástrofes.
  29. Colaborar com outras entidades e organismos tanto a nível nacional como internacional que atuem nas áreas de proteção e socorro e da assistência humanitária e social, sendo também, neste âmbito, auxiliar ou complementar os poderes públicos, sem prejuízo da sua independência e autonomia, assegurando pelo respeito dos símbolos, distintivos, e emblemas dos Paramédicos de Catástrofe Internacional-PCI.
  30. Colaborar com os serviços de saúde do estado e militares, no âmbito da proteção de militares feridos, doentes, náufragos, prisioneiros de guerra, às vítimas civis dos conflitos nacionais e internacionais, e noutras situações decorrentes de estado de exceção no quadro e intervenção dos Paramédicos de Catástrofe Internacional- PCI.
  31. Promoção da defesa dos direitos humanos, na difusão e do ensino do direito internacional humanitário, bem como da difusão e aplicação das suas orientações na ajuda humanitária internacional.
  32. Proteção de pessoas e bens, designadamente o socorro de feridos, doentes.
  33. Pronunciar-se sobre projetos de natureza legislativa e normativa que versem sobre questões dos sectores associativo, da proteção civil, saúde, ação social, juventude, direitos humanos, igualdade do género, entre outros formação em particular, bem como sobre todas as matérias que sejam submetidas à sua apreciação pelas entidades competentes.
  34. Constituir, promover ou participar, por sua iniciativa ou em colaboração com outras entidades, parcerias, sociedades, grupos de trabalho, comissões especializadas, ou integrar comissões, ou órgãos consultivos, de outras entidades, locais, regionais ou nacionais, bem como promover, designadamente, a realização de encontros, conferências, viagens de estudo, concursos e outras ações tendentes a dignificar, valorizar e divulgar a associação bem como a fomentar a formação, preparação, treino e intervenção.
  35. Contribuir para melhorar a saúde das populações e das regiões, países, colaborando na consolidação e nas bases para um desenvolvimento integrado na saúde, educação, para um sistema mais eficaz, solido, com uma perspetiva de melhorar globalmente as condições de vida e protegendo a dignidade humana.
  36. Proteção social aos mais carenciados e desprotegidas nomeadamente as crianças, jovens, sem abrigo, toxicodependentes, doentes, refugiados, desalojados deslocados e prisioneiros.
  37. Prestação de apoio, coordenação das atividades de caracter de assistência e prestação e proteção humanitária em senários de emergência e calamidade.
  38. Constitui missão da Paramédicos de Catástrofe Internacional – PCI prestar assistência humanitária e social, em especial aos mais vulneráveis, prevenindo e reparando o sofrimento e contribuindo para a defesa da vida, da saúde e da dignidade humana.
  39. Paramédicos de Catástrofe Internacional -PCI fomenta e organiza a colaboração voluntária e desinteressada das pessoas singulares e coletivas, públicas e privadas, nas atividades da associação, ao serviço.
  40. Empenhar-se sempre na qualidade de instituição neutra cujo trabalho humanitário é colocado em prática particularmente em épocas de conflitos armados internacionais ou de outro tipo ou de distúrbios e tensões internas – para garantir a proteção e a assistência para as vítimas civis e militares deste género de acontecimento e de seus resultados diretos.
  41. Contribuir, a título de prevenção em casos de conflitos armados em vista, para o treinamento de pessoal médico e a preparação de equipamento médico, em cooperação com outras ONGS, IPSS, ONGA, ONGH, serviços médicos militares e civis e outras autoridades competentes.
  42. PCI na qualidade de instituição neutra, independente e de intermediação, os Paramédicos de Catástrofe Internacional- PCI pode promover qualquer iniciativa humanitária que tenha relação com o seu papel, e pode examinar qualquer problema que necessite de análise por uma instituição deste tipo.
  43. Garantir a operação de ajuda humanitária, emergência e socorro, seguindo as diretrizes das convenções de Genebra, o direito Internacional humanitário e carta dos direitos do homem.
  44. Busca e salvamento, resgate, salvamento e desencarceramento de vítimas e socorro.
  45. Apoio nas atividades juvenis e desportivas com jovens.
  46. Apoio na defesa do meio ambiente e proteção da natureza assim como prevenção de fogos florestais e campanhas de limpeza de matas, floresta entre outros mo sentido preventivo.
  47. Visita às pessoas privadas de liberdade, a qual busca acompanhar os prisioneiros de guerra, ou outras pessoas privadas de liberdade em decorrência de conflito, para evitar desaparecimentos, além de preservar as garantias das pessoas que estiverem nessa situação, inclusive observando-se as condições de encarceramento e o restabelecimento de laços familiares, o qual visa reunir famílias separadas pelo conflito.
  48. Difusão dos direitos Internacionais visam promover a ação humanitária, proteger e assistir as vítimas, facilitando assim o acesso aos cuidados de saúde e apoio aos mais carenciados e desprotegidos.
  49. Colabora em sintonia na área da emergência rádio e telecomunicações em emergência e socorro, em situações de emergência, calamidade e de interesse público tanto a nível nacional como internacional.
  50. Promoção e defesa dos direitos dos doentes e utentes tanto a nível nacional como internacional.
  51. Defesa e promoção dos direitos e interesses das pessoas com deficiência e as suas famílias, em ordem a integração social e familiar dos seus membros, a respetiva valorização e realização pessoal e profissional.
  52. Eliminação de todas as formas de discriminação das pessoas com deficiência e promoção da igualdade de tratamento das pessoas com deficiência.
  53. Apoio nas atividades culturais, desportivas, juvenil e estudantil.
  54. Transporte de doentes e feridos de alto risco e de helitransportados tanto a nível nacional como internacional assim como para-quedismo em socorro.
  55. Apoio aos jovens, crianças, adolescentes, idosos, doentes, sem abrogo entre outros em situações de risco e de pobreza estrema e apoio social na sua magnitude Interventiva.
  56. Apoio na saúde pública, vigilância e coordenação de meio em situações de crise humanitária e epidemiológica.
  57. Articulação com entidades de saúde e estabelecimentos com vista a promover a prevenção e atuação no âmbito da emergência humanitária e emergência médica.
  58. Promover e celebrar protocolos de colaboração e acordos, com outras instituições, com vista ao estabelecimento de planos de ação conjunta para uma melhor utilização dos meios humanos e materiais existentes.
  59. Promover formação e qualificação profissional indispensável para uma melhor ação e intervenção nas áreas do saber da instituição, apreciar currículos de cursos ou estágios profissionais efetuados tanto a nível nacional como internacional nas áreas da saúde, socorro, emergência, ajuda humanitária, formação de paramédicos, entre outros para efeitos de equivalência e certificação adequada ao seu grão de ensino.
  60. Promover formação e sensibilização nas escolas, infantários, cresces, ONGS, IPSS, organismos públicos, privados, e estatais, nas arias da saúde e ajuda humanitária entre outras caso seja necessário o apoio dos PCI.
  61. Propor as medidas legislativas e administrativas indispensáveis ao desempenho das suas atribuições e atividades, assim como propor o exercício de atividades no âmbito da sua atuação tanto a nível nacional como internacional a qualquer entidade para melhor realização das suas atividades e dos seus colaboradores e da sua autonomia e independência.
  62. Reforço da sociedade civil, através do apoios as associações congéneres e associações com bases nos países em vias de desenvolvimento, assim como educação para o desenvolvimento, designadamente através da divulgação das realidades dos países em vias de desenvolvimento junto da opinião publica.
  63. Defender e promover os direitos e interesses dos imigrantes e seus descendentes em tudo quanto respeitar a sua valorização, de modo a permitir a sua plena integração e inserção.
  64. Desenvolver ações de apoio aos imigrantes, e seus descendentes visando a melhoria das suas condições de vida.
  65. Promover e estimular as capacidades próprias, culturais e sociais das comunidades de imigrantes ou dos seus descendentes como elemento fundamental da sociedade em que se inserem.
  66. Promover ações necessárias à prevenção ou cessação de atos ou omissões de entidades públicas ou privadas que constituam discriminação racial.
  67. Estabelecer intercâmbios com associações, entidades públicas ou privadas congéneres tanto nacionais como internacionais para promover as ações comuns de informação ou formação.
  68. Cumprir e promover, e defender em todo o momento com observação e rigor as aplicações das convenções dos Direitos das crianças, a fim de aplicar a proteção e os direitos à infância, na sua totalidade a nível social e universal respeitando os princípios éticos permanentes as suas normas de conduta internacional na defesa dos direitos das crianças.
  69. Enfatizar nos sentimentos sobre a paz a nível mundial, solidariedade, e humanismo a nível internacional e de cooperação entre os homens, mulheres, meninos, meninas, por um mundo melhor sem distinção de raça, credo, nacionalidade, sexo, ou qualquer outra circunstância.
  70. Promoção e proteção dos deslocados, refugiados, desalojados e asilados em todas as vertentes ressecarias para o seu bem-estar, e proteção dos seus direitos e garantias, necessárias nas áreas da saúde, educação, alimentação, abrigo, saneamento, roupa, entre outras que sejam necessárias intervir para o seu bem-estar.
  71. Ajuda alimentar humanitária, fornecimento de bens, de serviços ou de assistência técnica, destina-se a ajudar a prevenir e a enfrentar as situações de emergência resultantes de crises que afetam gravemente as populações tanto a nível nacional como internacional quer se trate de catástrofes naturais e de origem humana.
    71. A ação baseia-se nos princípios humanitários fundamentais de humanidade, de neutralidade, de imparcialidade e de independência e compreende três instrumentos: a ajuda de emergência, a ajuda alimentar e a ajuda aos refugiados e às pessoas deslocadas.
  72. A ajuda humanitária, que visa prioritariamente as populações mais carenciadas, desprotegidas, indefesas abrange não só ações de socorro imediatas, mas também ações de prevenção de catástrofes e ações de reconstrução. Durante o tempo necessário, essas ações centram-se na resposta às necessidades, de carácter súbito, resultantes de catástrofes naturais (como inundações e terramotos) ou provocadas pelo homem (como guerras e conflitos), ou ainda decorrentes de circunstâncias extraordinárias semelhantes.
  73. Salvar vidas em situações de emergência e de pós-emergência, prestar assistência e socorro às populações afetadas por crises mais longas, decorrentes especialmente de conflitos ou de guerras, desenvolver, a curto prazo e no âmbito das atividades de pós-emergência, as obras de reabilitação e de reconstrução, designadamente de infraestruturas e de equipamento, fazer face às consequências das deslocações de populações através de ações de repatriamento e de ajuda à reinstalação, se for caso disso, garantir uma preparação para os riscos envolvidos e utilizar um sistema de alerta rápido e de intervenção apropriado.
  74. Ação em Proteção Civil, prevenir os riscos coletivos e a ocorrência de acidente grave ou de catástrofe deles resultantes. Atenuar os riscos coletivos e limitar os seus efeitos no caso das ocorrências descritas na alínea anterior. Socorrer e assistir as pessoas e outros seres vivos em perigo proteger bens e valores culturais, ambientais e de elevado interesse público. Apoiar a reposição da normalidade da vida das pessoas em áreas afetadas por acidente grave ou catástrofe, levantamento, previsão, avaliação e prevenção dos riscos coletivos. Análise permanente das vulnerabilidades perante situações de risco. Informação e formação das populações, visando a sua sensibilização em matéria de autoproteção e de colaboração com as autoridades. Planeamento de soluções de emergência, visando a busca, o salvamento, a prestação de socorro e de assistência, bem como a evacuação, alojamento e abastecimento das populações. Inventariação dos recursos e meios disponíveis, previsão e planeamento de ações atinentes à eventualidade de isolamento de áreas afetadas por riscos.
  75. Prevenir os riscos coletivos e a ocorrência de acidentes graves ou de catástrofes deles resultantes. Planeamento de soluções de emergência, visando a busca, o salvamento, a prestação de socorro e de assistência, bem como a evacuação, alojamento e abastecimento das populações.
  76. Socorrer e assistir as pessoas e outros seres vivos em perigo proteger bens e valores culturais, ambientais e de elevado interesse público.
  77. Apoiar a reposição da normalidade da vida das pessoas em áreas afetadas por acidente grave ou catástrofe.
  78. Inventariação dos recursos e meios disponíveis e dos mais facilmente mobilizáveis, ao nível local, regional, nacional e Internacional.
  79. Formação e capacitação na área da saúde e Pré-hospitalar e a nível Hospitalar.
  80. Formação profissional, Técnica, e Superior direcionada a carreira de Paramédico tanto a nível nacional como a Nível Internacional.
  81. Apoio Medico, Enfermagem, Paramédico no âmbito da prestação e assistência a eventos Desportivos, Culturais, Religiosos, Sociais e educacionais.
  82. Realização de Rastreios de Prevenção das Doenças.
  83. Prestação de Serviços de saúde, Enfermagem, Médicos, Paramédicos e outras áreas do Domínio dos PCI para uma boa execução de resultados.
  84. Formação e sensibilização nas escolas, Faculdades, Instituições privadas, Publicas, Sociedade civil no geral, instituições de utilidade públicas entre outras nos âmbitos da formação e da atuação dos PCI.
  85. Prestação de apoio em Telecomunicações em emergência médica e humanitária em cenários de emergência, calamidade, catástrofes, urgências, tanto a nível nacional como internacional.
  86. PCI propõem a execução de promover, regularmente e dirigir a nível nacional e internacional as práticas de modalidades desportivas ou de conjuntos de modalidades afins associadas às atividades; representar perante a administração publica os interesses dos seus filiados, representar as suas atividades desportivas, ou em conjunto de modalidades afins ou associadas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais, bem como assegurar a participação competitiva das seleções nacionais; prestação de apoio na área da saúde nas atividades desportivas na sua íntegra.
  87. Montagem de instruturas de campanha tanto a nível nacional como internacional, postos médicos avançados, postos de socorros, postos de Triagem, postos médicos Avançados, Hospitais de campanha, para o exercício das referidas atividades inerentes dos PCI.
  88. Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.
  89. Promoção da Segurança e saúde e medicina no trabalho.
  90. Apoio e gestão de unidades hospitalares e centros de saúde, postos médicos, centros de acolhimento e lares.

91.Promocao dos Direitos e Interesses específicos dos

92 Socorro marítimo, busca e salvamento aquático, formação de nadadores Salvadores.

93 Busca e salvamento, resgate, socorro aéreo

94  PCI tem por objetivo a construção de sinergias para a reflexão e a Acão coletiva tendo em vista a promoção da igualdade de oportunidades entre as mulheres e os homens e a defesa dos direitos das mulheres, nomeadamente, influindo junto dos decisores políticos relativamente às políticas para igualdade

95 Apoio aos refugiados, asilados, carenciados tanto a nível nacional como

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